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| (artista: Jaime Baiao - Graffiti: Olhar/Perfil sobre flores ) |
O que, em mim, atrai
É também aquilo que, em mim, repele
E a mão que me afaga
É a mesma mão que me afasta
Reconheço,
Sou flor e espinho na superfície da pele.
[Andrea de Godoy Neto]

A química tem os seus segredos, exige muita dedicação e empenho...
ResponderExcluirBeijo :)
Belíssimo, Andrea!
ResponderExcluirE quem não o é? Me encontrei no seu poema.
Beijos
Mirze
Também me sinto assim...
ResponderExcluirLindo, Andrea.
[em ambos os lados do espelho reside um eu/nós, um eu/outro, que nos atrai, que nos foge, nos retoma e traz]
ResponderExcluirum imenso abraço, Andrea
Leonardo B.
Nossa, senti até um arranhão!! :)
ResponderExcluirbeijoss
até a mais dúctil das gargantas esconde espinhos. e como mesmo estes têm matizes distintos.
ResponderExcluirainda assim, por detrás de todas as refracções, há uma luz que é inteira e agregadora. ali, bem junto das veias que vomitam desassossegos, abismos e vontades.
beijinho com saudades, querida andrea!
Menina, saudades, vc sumiu!!!!
ResponderExcluirFlor e espinho fazem um dueto para canções celestiais! Lindo poema e meu...rs...me aposso quando sinto igual.
Beijão, querida
Efeito paradoxal é uma coisa tão humana, tão familiar...
ResponderExcluirUm beijo.
Deía, que lindo te reencontrar, que privilégio poder ler os teus poemas...
ResponderExcluirBjo carinhoso,
Dani
Guriaaaaa! Que bom te ler de volta!!!!
ResponderExcluirUm bom abraço!!
Quase todos nós somos, querida! Toda flor tem seus espinhos.
ResponderExcluirAgradeço as visitas carinhosas ao meu blog.
Adorei o seu e também estarei por aqui.
Bjs.
Gostei muito! Lembrou isso: http://pittonico.blogspot.com/2010/11/complexa.html
ResponderExcluirSomos múltiplos, vários, plurais. Me vi aqui!
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